Tá aí… não gosto de fins. Quando fecha a tela no pôr do sol brilhante e aparece “The End”, quando o Mário morre e aparece “Game Over” ou simplesmente quando o mais incômodo silêncio fala por tudo isso.

Fim de filme tosco, fim da novela que eu adoro, fim do pacote de MM´s, fim do livro, fim daquela música que eu queria muuuito ouvir, fim das minhas poucas horas de sono… tudo isso faz mal, mas são explicáveis. Nada é eterno, infelizmente (imagina um pacote de MM´s renovável?!? Putz!).

Conversava ontem com uma amiga sobre isso e explicitei para ela o que eu penso a respeito: não que doa menos, mas saber as razões do fim acontecer ajudam o entendimento… contei para ela o primeiro doloroso término que eu passei e na minha insistência em perguntar para ele se ele tinha conhecido alguém, se eu tinha feito alguma coisa que o desagradasse, seja lá o que tivesse acontecido seria mais fácil de engolir que um seco “não te amo mais“.

Acho que existem duas saídas para esse meu desamor pelos fins:
1) Nunca mais começar nada (assim elas não acabam)
                               ou
2) Celebrar cada fim com um começo diferente.

Beijos!!

ps.: post sem razão de ser. nada terminou (não que eu tenha sido notificada, pelo menos). só fiquei com essa história na cabeça depois de conversar com a Pri ontem.
😉

 

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