“Você já leu artigos sobre ‘a supermulher’, aquela criatura espetacularmente eficaz que ‘tem tudo’?
Ela vive uma vida incrivelmente feliz em uma casa incrivelmente linda, com um marido incrivelmente bem-sucedido, afetuoso e bonito, e dois bebês adoráveis . Seus filhos estão sempre alegres, seu emprego é sempre gratificante e estimulante, seu marido nunca fica aborrecido. Ela é atraente, as cores de suas roupas sempre combinam e ela sempre está maravilhosamente bem-vestida . Quando se dedica aos filhos pequenos , ela parece uma mãe devotadíssima em seu suéter de caxemira branco e calças de couro bege, e as pulseiras de ouro brilham em seu braço quando ela acaricia a cabeça do filho menor.
Quando serve um jantar íntimo e primorosamente planejado para seis pessoas, ela sempre está impecavelmente vestida, não há uma ruga em seu macacão de seda, e as crianças sempre vão para a cama cedo, sem nenhuma choradeira. Quando se dirige para seu importante emprego em um luxuoso conjunto de salas em um andar alto do edifício mais alto da cidade, com sua pasta de grife, ela está devidamente pronta para todas as formas de atuação e de prestígio, isso sem mencionar as rápidas viagens de negócio.
As mulheres inteligentes sabem que…
Essa mulher não existe.”

Obs.: Trecho retirado do livro “O que toda mulher inteligente deve saber”, de Steven Carter e Julia Sokol.

Não quero ser “super” nem tenho pretensões de ser modelo para ninguém. Não quero causar inveja nem mau olhado.
Ficaria muito feliz em poder trabalhar e ser reconhecida, ter olhares de admiração pelo meu esforço e ter minha família feliz e alimentada, um companheiro que eu ame e que me ame incondicionalmente, convivendo em paz numa casa com cachorro.

Felicidade é bem mais simples do que as revistas vendem e o nosso consciente materialista almeja.

Beijos para todos!

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