Estava na aula de Civil VII ontem e com a cabeça longe… Acabei lembrando de uma história que eu acho que nunca contei em nenhum blog.

Quando tinha 15 anos comecei a namorar com um cara que eu idolatrava, primeira paixão, coisa louca mesmo.
Sempre fui muito sincera com relação ao que eu sinto, se eu gosto de alguém eu falo mesmo, deixo bem claro o quanto a pessoa é importante para mim e eu acho que isso é um erro meu. Mas enfim…

Um dia em uma das nossas briguinhas por uma situação que eu já estava de saco cheio eu falei pra ele “Fulano, desse jeito você vai acabar me perdendo!”.
Sabe qual foi a reação do bonito? Desatou a rir no telefone como se eu tivesse dito que ele tinha ganhado na loteria ou sei lá.

Ele estava tão confortável na sua posição de minha-namorada-é-louca-por-mim que nem cogitava a possibilidade de eu ficar de saco cheio das coisas que ele fazia e terminar o namoro.

Fiquei tão chateada, humilhada com esse acontecimento que nunca mais esqueci, virou um trauma. O namoro acabou tempos depois, porque ele quis. Eu gostava demais dele para não passar por cima das coisas que me machucavam.
E o pior de tudo não foi a segurança que eu mesma fiz com que ele tivesse, mas a forma displicente com a qual ele jogou com os meus sentimentos. 

Enfim, Inês é morta, o namoro e o sentimento também. Vida que segue.

Beijos para todos.

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ps1.: Sabe Deus por que eu fui lembrar disso ontem, mais de 5 anos depois do ocorrido.
ps2.: Não tive recaída alguma por esse ex-namorado e nem escrevi isso para que ele venha ler. Não temos mais contato nenhum.
ps3.: Quando eu disse vida que segue, é vida que segue MESMO. Continuei errando depois disso e vou continuar até morrer.

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