Estou aqui para fazer um desabafo, do alto dos meus 1,76m de altura.
A minha vida inteira eu fui uma das mais altas entre as meninas da escola, do trabalho e da turma. Sendo assim, era uma das últimas da fila no primário, a que tinha (e ainda tem) maior dificuldade para arrumar um namorado da sua altura e a que colocava medo nos outros.

Desde que comecei a me interessar por rapazotes, sinto dificuldade de arrumar um que seja da minha altura ou maior que eu (e olha que se for ver eu nem sou tãããão grande assim) e nas raras vezes que isso aconteceu, não durou muito tempo.
Como uma mulher bem feminina (mas não afetada, por favor) que sou, sempre adorei saltos e nunca deixei de usá-los. “Vai ficar menor que eu? Lamento, querido”

Gosto da minha altura, ela me permite usar saias e vestidos longos, imponho respeito e é bem difícil a minha chegada passar desapercebida, mas de um tempo pra cá andei pensando e bem que eu gostaria de ser um pouco menor. 1,60m já estaria ótimo.
É quase impossível que alguém acredite na minha fragilidade e me veja como a manteigona derretida que eu sou. Talvez se a minha aparência também fosse frágil, seria mais simples passar essa credibilidade.

Mas, como não dá pra mudar isso, vou postar aqui um comentário que um amigo fez sobre mim e eu achei tão doce e realista que até comentei com a minha psicóloga – rs. Ele me disse que quando olhava para mim, lembrava da Mônica, personagem do Maurício de Souza.
Antes que eu começasse a bater nele com o meu coelhinho, por achar que ele estava me chamando de baixinha, gorda e dentuça, ele explicou: “você tem essa cara e jeitão de brava mas no fundo é uma defesa para que ninguém saiba o quanto é doce e sensível”.
Fofo, né? Acho que ele nem sabe o quanto está certo…  

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Hora das bandeirinhas:

flag2_red.gif Sábado. Nublado. Um frio de 9º lá fora. E eu?? Trabalhando!!!
flag2_red.gif Show do Teatro Mágico ontem em Limeira e eu não fui… Snif.
flag2_red.gif Segundona voltam as aulas. E começo na academia. Haja disposição.
flag2_red.gif Conheci um blog ótimo! Rí horrores e recomendo: Homem É Tudo Palhaço. As meninas contam com humor todas as presepadas que já viveram por “culpa” dos homens. Corre lá pra ver!
flag2_red.gif Ah, e por falar nisso, cabe aqui um adendo. O comentário que eu fiz nos dois últimos posts “só os gays são felizes”, não foi de forma alguma preconceituosa quanto aos hétero (até mesmo por que eu sou hétero). Só acho que deve ser mais “simples” compreender uma pessoa que tem as mesmas expectativas que você. 😉

Beijos para todos e um fim de semana maravilhoso!!!!

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